Discursos e poderes
Religião, este tema que mexe com o coração, com mentes, com crenças, com movimentos, com fé, e de forma mais extrema, com fanatismos! Mas nem vou entrar por aí, porque no meu ver, religião muitas vezes é um refúgio e não uma luta, uma paz interior e não uma guerra! Mas onde quero chegar, e aproveitando a nova nomeação do bispo de Fátima a Cardeal... Parabéns para ele e para a comunidade Cristã.
Discursou alegando á proximidade, ao diálogo, as boas ações.
Já vai longe que o Clero fazia parte do poder junto com os Monarcas, até que as implementações das Repúblicas vieram reenvidicar a independência e tomar o poder na integra, com isso o poder deixou de ser partilhado, mas de certa forma passou a ser dividido, mas dividido com objetivos comuns, riquezas!
Os governos e governantes lutam pelas suas riquezas á custa de impostos e do povo!
As igrejas basicamente fazem o mesmo, donativos, beneficiencias a custa do povo!
Resumindo vai tudo bater á porta dos mesmos, do povo, e não importa se é rico ou pobre, o importante é dar....
São discursos atrás de discursos, negociações atrás de negociações... Os governos preocupados com refugiados porque não tem recursos para os receber, a igreja preocupados falta de humanidade por parte dos governos!
Os governos ainda se vê a integrar os refugiados, dar-lhes um lar e até conseguir-lhes um emprego, se calhar com contra partidas, mas pelo menos faz alguma coisa.
Agora a Igreja Católica? (Porque é a religião mais influente em Portugal e se calhar na Europa) O que faz pelos refugiados? Não é segredo nenhum o poderio é a riqueza do Vaticano, que pelo menos não se vê fazer nada a não ser apelar...
E para finalizar, porque este assunto é e será sempre muito subjetivo, vou conjugar dois verbos:
APELAR FAZER
EU APELO EU FAÇO
TU APELAS TU FAZES
ELE APELA ELE FAZ
NÓS APELAMOS NOS FAZEMOS
VOS APELAIS VOS FAZEIS
ELES APELAM ELES FAZEM
Um deles mostra ação, fica a critério de cada um qual escolher!
A.M.
Discursou alegando á proximidade, ao diálogo, as boas ações.
Já vai longe que o Clero fazia parte do poder junto com os Monarcas, até que as implementações das Repúblicas vieram reenvidicar a independência e tomar o poder na integra, com isso o poder deixou de ser partilhado, mas de certa forma passou a ser dividido, mas dividido com objetivos comuns, riquezas!
Os governos e governantes lutam pelas suas riquezas á custa de impostos e do povo!
As igrejas basicamente fazem o mesmo, donativos, beneficiencias a custa do povo!
Resumindo vai tudo bater á porta dos mesmos, do povo, e não importa se é rico ou pobre, o importante é dar....
São discursos atrás de discursos, negociações atrás de negociações... Os governos preocupados com refugiados porque não tem recursos para os receber, a igreja preocupados falta de humanidade por parte dos governos!
Os governos ainda se vê a integrar os refugiados, dar-lhes um lar e até conseguir-lhes um emprego, se calhar com contra partidas, mas pelo menos faz alguma coisa.
Agora a Igreja Católica? (Porque é a religião mais influente em Portugal e se calhar na Europa) O que faz pelos refugiados? Não é segredo nenhum o poderio é a riqueza do Vaticano, que pelo menos não se vê fazer nada a não ser apelar...
E para finalizar, porque este assunto é e será sempre muito subjetivo, vou conjugar dois verbos:
APELAR FAZER
EU APELO EU FAÇO
TU APELAS TU FAZES
ELE APELA ELE FAZ
NÓS APELAMOS NOS FAZEMOS
VOS APELAIS VOS FAZEIS
ELES APELAM ELES FAZEM
Um deles mostra ação, fica a critério de cada um qual escolher!
A.M.
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